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A Gata Christie


Sábado, 17.01.15

Soccer Mom *

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 Acordar às 7.15 num sábado. E ainda é só o começo.

* nada a ver, na verdade

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por Gata às 13:50

Segunda-feira, 20.10.14

E porque é que isto não me surpreende?

Um mês depois, o António foi convidado a ir aos treinos "mais avançados" para o mister poder depois convocá-lo para "os jogos a sério".

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por Gata às 22:41

Segunda-feira, 15.09.14

O primeiro dia de...

5º ano, escola nova (e, pela primeira vez, pública), turma nova, horários, regulamentos, caderneta, senhas para almoço, conhecer o ATL, o ginásio, a biblioteca, novos professores, novos colegas, tudo diferente, forrar livros, preparar a mochila, organizar os lanches e as novas rotinas. Mas se perguntarmos ao António o que é que aconteceu hoje de importante, ele dirá: o seu primeiro treino de futebol. Ah! Isso sim. Isso é que são novidades.

Desde pequeno que o António adora jogar futebol (ele adora tudo o que seja desporto, ainda para mais se meter corridas e bolas) e desde pequeno que ouço as pessoas a dizerem-me que o rapaz tem jeito e que devia levar isto mais a sério. Mas nunca tinha havido oportunidade e, a bem dizer, nunca tinha havido vontade para o pôr numa escolinha. Pagar para jogar futebol? Perder o meu tempo com bola? Nããão. E, acima de tudo, queria evitar aquela pressão que existe na escolas de futebol para que os miúdos sejam logo craques - pressão dos "misteres" e dos pais, que estão ali à espera de encontrar o próximo Cristiano Ronaldo, que levam os treinos muito a sério, em vez de encararem aquilo como um divertimento, que incentivam as rasteiras e insultam os árbitros. Então fomos experimentando outros desportos, que havia mais à mão, a natação, o karaté, o ténis, e o puto fazia tudo bem, recebia elogios dos professores, mas nada o fascinava e insistia que o futebol é que era e ainda hoje, ao preencher um questionário da escola, escreveu que quando fôr grande quer ser futebolista. Eu não acho que ele vá ser futebolista mas se é para tirar teimas, pois que se tirem. E foi por isto tudo que, este ano, finalmente, aceitei experimentarmos o futebol. Foi uma coisa negociada com ele - que terá de se aplicar na escola se quiser continuar a ir aos treinos - até porque me vai exigir uma grande ginástica na nossa logística familiar (raios partam o miúdo que tem o estádio do benfica aqui ao lado mas saiu-me um sportinguista ferrenho).

De maneiras que hoje foi o primeiro treino. À experiência. Sem compromissos, nem pagamentos. Uma excitação como nunca tinha visto. Há uma semana que não falava de mais nada. De manhã foi a apresentação na escola, à tarde fomos ao campo de relva sintética onde ele esteve uma hora a dar toques na bola, no meio de uma data de putos de verde e branco, encantado da vida e já a pedir para voltar. Tenho muito medo que ele se desencante com o facto de aquilo ser uma escola a sério, não é chegar ali e jogar à bola, há muitos exercícios repetitivos e chatinhos. E tentei prepará-lo para o facto de haver meninos que jogam muito melhor (uma coisa é ele ser muito bom entre a meia dúzia de amigos, outra é um clube onde há miúdos que treinam quase desde o berço), de nem sempre conseguir fazer as coisas bem e de ter de aceitar as derrotas. Ele diz que percebe, que não se importa. Garante-me que adorou. Pelo sim, pelo não, amanhã vai voltar para mais um treino ainda antes da inscrição.

Tinha uma secreta esperança que ele não gostasse. O mano também lá esteve hoje, noutro canto do relvado, fez tudo certinho como devia e até parecia divertido mas, no final, anunciou que não queria voltar. Podia acontecer tambem ao António, não era? Dava-me tanto jeito... Por outro lado, vê-lo assim entusiamado com alguma coisa também é muito bom. E, quem sabe, talvez eu descubra que afinal até tenho vocação para dona Dolores.

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por Gata às 22:38

Quinta-feira, 10.07.14

E ainda há quem não goste de futebol

Enroscamo-nos os três no sofá para ver os jogos importantes. Raramente torcemos pela mesma equipa (e na final também vai ser assim) mas isso não nos atrapalha. Enroscamo-nos os três no sofá e assim ficamos um serão inteiro, com o António a explicar quem são os jogadores e a ensinar-me outras coisas interessantíssimas, como o facto de o Messi ter um filho chamado Tiago (não sabias, mãe?), e o Pedro a alinhar na conversa como se percebesse alguma coisa de bola até cair para o lado de cansaço. Enroscamo-nos os três no sofá, com pernas entrelaçadas e mãos apertadas e cabeças encostadas, todos misturados até já não se perceber quem é quem. E eu queria guardar estes momentos para sempre (sobretudo para me lembrar deles naqueles outros momentos em que há miúdos que se portam mal e uma mãe que também não se porta lá muito bem).

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por Gata às 00:17

Quarta-feira, 04.06.14

O samba do mundo

Esta campanha publicitária da Visa a propósito do Mundial de Futebol tem alguma piada: 32 realizadores dos 32 países finalistas da Copa dirigiram 32 filmes com menos de 2 minutos. A base musical é sempre a mesma, um samba, mas depois cada país introduz um instrumento e dá o seu arranjo à coisa. Tem graça ver como cada país se representa, há uns filmes que vão buscar as tradições de cada região, outros que são quase postais turísticos, outros mais conceptuais. O dos Estados Unidos, por exemplo, não mostra nada da América. Gostei muito do filme holandês, até por ter uma miúda como protagonista (no da Nigéria não se vislumbra uma única mulher). Há outros que são muito simples mas que funcionam, com a sua alegria, como o da Costa do Marfim. O inglês é provavelmente o meu preferido.

Não gostei lá muito do filme português, que parece ter sido atacado pelo síndrome gaiola dourada, cheio de sardinhas e escadinhas de alfama e fado, com uma senhora que usa uma bata, tem uma verruga na cara e é toda destemida e grita e zanga-se, porque como se sabe as mulheres do sul são assim, de pêlo na venta (e ela não ter bigode já é uma coisa boa). No meio de tanta coisa very, very typical, aparece uma lambreta que, claro, é um meio de transporte que abunda por aí. Para manter a coerência, ao menos que fosse uma Famel.

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por Gata às 15:33

Sábado, 24.05.14

A invasão

Às 9.30 da manhã, o metro estava cheio. Cheio como em hora de ponta. Espanhóis aos pulos dentro da carruagem. A cantarem. Espanhóis com pulseiras de elásticos nos pulsos, a consultarem os mapas da cidade e a perguntarem pelas estações de metro e pelo Rossio e pelos pastéis de belém.

Que ganhe o melhor, mas se puder ser este a malta fica um bocadinho mais contente.

E, já agora, uma música para começarmos a aquecer para o Mundial (esta, que é antiga, porque não achei gracinha nenhuma à da Shakira nem à do Pitbull).

'Uma Partida de Futebol', Skank

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por Gata às 12:28

Segunda-feira, 21.04.14

Começou

Solução de crise: uma caderneta para dois (bom, na verdade, para três, que eu também me divirto com isto). O que tanto dá situações de extrema ternura entre irmãos como discussões exaltadas, com lágrimas e tudo, sobre quem é que vai colar os cromos brilhantes que, sabe-se lá porquê, são os mais apetecidos. 

 

PS - o António ainda não decidiu qual a selecção que vai apoiar, parece que desta vez está indeciso entre a Espanha e a Argentina. portanto, não só consegui a proeza de ter um filho do sporting como, mesmo tendo-o levado duas vezes ao estádio para gritarmos por Portugal, ainda não consegui convencê-lo a gostar mais da nossa selecção. tal como aconteceu há dois anos (aqui, aqui e aqui) e há quatro anos. ao menos não posso acusá-lo de ser um vira-casacas.

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por Gata às 22:57

Segunda-feira, 21.04.14

A festa

Foi bonita, até mesmo para uma benfiquista pouco convicta como eu. Foi bonita a alegria e ver tanta gente diferente junta de vermelho e cantarmos todos o hino (eu só sei o refrão, mas não faz mal), com os cachecóis ao alto e as vozes em uníssono. Comovente até. Dispensava-se a cerveja por todo o lado e as cenas tristes que daí advêm, mas não se pode ter tudo. O Benfica é campeão e por momentos só isso importou.

O que eu queria hoje era saber quem foram aqueles dois que escalaram a estátua do marquês até mesmo lá a cima enquanto a malta cá em baixo batia palmas e continha a respiração. Mesmo percebendo que eles sabiam o que estavam a fazer e que tinham equipamento e tudo o mais, juro que temi o pior. Foi um belo acto de coragem. Se conhecesse algum jornalista pedia-lhe para contar a sua história.

Foto da Global Imagens. Há mais imagens aqui.

 E agora vamos lá tratar de arranjar uma caderneta do mundial.

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por Gata às 11:06

Sexta-feira, 11.10.13

Mãe de rapazes (III)

Hoje vamos ao futebol. Conseguem imaginar a excitação lá em casa?

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por Gata às 12:40

Terça-feira, 07.08.12

Boys


Epke Zonderland tem 26 anos e é holandês.



Fabian Hambuchen tem 24 anos e é alemão (e foi muito por causa de uma queda dele que escrevi ali em baixo sobre os corações partidos).

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por Gata às 16:14



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