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A Gata Christie



Terça-feira, 09.02.16

Aranhas

Lembro-me das aranhas. Foi em 1998, era eu caloira da secção de artes, com uma cultura geral fraquita e sem acesso à internet (ainda se lembram como era preparar entrevistas antes de haver internet?), e dei por mim em frente das aranhas de Louise Bourgeois. Lembro-me de ficar fascinada. De como tinha vontade de conhecer melhor aquela mulher. De perceber o que se passava naquela cabeça, o que costuravam aquelas mãos.

aranhas.JPGSe eu pudesse, era aqui que eu ia nas próximas férias de verão. Ao atelier dela. Folhear os seus livros. Sentar-me na sua cadeira. Ficar ali.

More than five years after her death, the house still feels inhabited by the woman who called it home. Dresses and coats hang in the closet. Magazines and diaries fill the bookshelves, which display the breadth of Bourgeois’s interests, including the “Joy of Cooking,” the Bhagavad Gita and J.D. Salinger’s “Nine Stories.” (...) “Louise never threw anything out,” Mr. Gorovoy said. At the time of her death, she retained gas receipts from her first apartment in Paris. (Aside from the personal hoarding, she kept an artist’s proof of every piece she made, from the 1940s on.) Mr. Gorovoy argues that the same spirit is visibly present in the art and the home. “The more you know the work, you can see that the way she lived is very close to what she created,” he said. It is not that behind the scenes you will discover an unknown woman, but rather, you will see your impressions corroborated.

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por Gata às 21:18




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