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Não simpatizo com a professora Bruna como não simpatizo com nenhuma pessoa, homem ou mulher, que acha que para ter sucesso na vida lhe bastam um palminho de cara ou de corpo e um pouco de lata. Gente que dorme com o chefe a troco de promoções. Gente que vai a reality shows a troco de fama. Gente que se despe a troco de dinheiro. Acho mais triste o que esta sessão de fotos (mázinha, por sinal) revela sobre o seu carácter do que o que revela sobre o seu corpo. Mas não é isso que está aqui em causa: ela não foi punida por ser ambiciosa, foi punida por mostrar as mamas.
Não simpatizo com a professora Bruna e, se me perguntassem, eu diria que não gostaria que ela fosse professora dos meus filhos. Tal como não gostaria de ter uma professora que fosse de extrema-direita ou que maltratasse animais ou que desse erros de português ou que fosse uma cabra. São coisas que me incomodam. Não são motivos para proibir ninguém de exercer a sua profissão. De resto, Freud explicaria melhor do que eu porque é que há falhas dos professores que são permitidas e outras que dão azo a movimentos populares. Tem tudo a ver com sexo. Como sempre.

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publicado às 22:07


12 comentários

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mm 21.05.2010

Também acho que uma coisa não é compatível com a outra. Essa professora vende o corpo por dinheiro. Sabemos que os professores ocupam um grande espaço na vida dos miúdos, que são em geral detentores da verdade e fazem o que é correcto. As miúdas e miúdos vão pensar que podem ser fotografados nus se lhes pagarem. É o exemplo que têm e que foi considerado correcto. Além do mais essa Bruna participou num concurso em que o obejctivo era seduzir um milionário, portanto, ela anda muito perto da prostituição. E, ainda que se devam respeitar as prostitutas, não é essa profissão que desejamos que as nossas filhas escolham.
Ela devia ser um exemplo melhor.

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