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Ter amigos verdadeiros. Daqueles com quem podemos ser nós mesmos, sem filtro, sem máscaras, sem pensar, apenas ser. Amigos a quem conto os meus segredos, as minhas paixões, os meus medos, as minhas loucuras, as minhas coisas ridículas. Amigos com quem simplesmente converso. Que ouvem. Que dão bons conselhos. Amigos com quem me calo. E que ficam. Que me protegem. Que se preocupam. Que me dão colo. Que me puxam as orelhas. Amigos a quem mando mensagens que dizem: preciso de ti. E eles respondem. Amigos que aparecem mesmo quando não mando nenhuma mensagem. Que sabem o que sinto sem que eu lhes conte. Amigos que dão abraços. Que me dão copos de vinho. E comida boa. Que me fazem rir. Que me ajudam a esquecer. Amigos que me emprestam camas para eu dormir com os meus pimpolhos quando a coisa começa a ficar complicada. Amigos a quem os meus filhos chamam amigos. Ter amigos verdadeiros é uma das minhas grandes felicidades. Não consigo perceber como é que há pessoas (e há) que conseguem viver sem uma amizade assim. Eu cada vez mais me convenço que se não fossem estes amigos que me amparam há tantos anos não conseguiria continuar a sorrir por entre as lágrimas.

 

("só aos amigos é dado o espetáculo da nossa miséria")

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publicado às 22:36


3 comentários

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Diana A. 31.08.2013


Eu penso que quem não tem amigos assim...só não os tem porque não é muito fácil encontrá-los, ou mantê-los. Começo a achar frequente um suposto grande amigo virar-nos as costas de um momento para o outro.
As poucas mas grandes amizades que temos devem ser preservadas com alguma dedicação e carinho, porque são mesmo muito valiosas.

Boa noite,
Diana

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