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Perceber que, apesar de estarmos sempre a mal-dizer o nosso país, ainda nos emocionamos com o hino e torcemos e sofremos e até ficamos ligeira e momentaneamente chateados com a derrota da selecção.

Controlar a ira quando ouvimos a criança a dizer "afinal eu até gosto da Espanha" e aproveitar a oportunidade para explicar que, no futebol como na vida, torcemos pela nossa equipa, contra tudo e contra todos, mesmo que ela esteja a ser humilhada e a perder por oito a zero.
Não se pode só gostar dos que ganham, digo eu.
Porquê?, pergunta ele.
Defitinitivamente, temos de voltar a este assunto.

publicado às 22:25

O sorriso do Kaká.

Colegas minhas mais novas, mais descomprometidas e certamente com mais tempo do que eu dedicaram-se a elaborar uma lista dos jogadores mais "gatos" deste campeonado. Italianos, franceses, neo-zelandeses, ingleses, dinamarqueses, com abdominais perfeitos, rabiosques delineados, olhos azuis e barba de três dias, enfim. Acho que sim. Mas para mim o Kaká é o Kaká. Manias.

publicado às 22:07

O meu filho, que geralmente é uma lesma à mesa, janta sem pestanejar nos quinze minutos de intervalo dos jogos.

publicado às 09:11



Parabéns, Joana.

publicado às 16:04

13
Jun10

RTP Memória

Ontem à tarde, enquanto os rapazes mais velhos cá de casa foram ao cinema ver o 'Toy Story', vi pela enésima vez o lacrimejante 'An Affair to Remember', com a Deborah Kerr, o Cary Grant e o Empire State Building. Depois, à noite, deu 'As Vinhas da Ira', com o Henry Fonda novinho, que acho que nunca tinha visto. Há dias (poucos) em que vale mesmo a pena ter televisão.

publicado às 14:36

publicado às 11:01

07
Jun10

Compras

As outras mulheres que eu conheço gostam de andar nas lojas e de comprar roupa e sapatos. Eu fui ao Colombo e, quase duas horas depois, saí de lá com dois livros e um pacote de puré para fazer o empadão pro jantar. Não se iludam. Isto não faz de mim uma pessoa mais interessante. Apenas mais mal vestida.

publicado às 16:02

01
Jun10

Escapadinha

A felicidade pode ser um prato de caracóis. Uma praia quase vazia. Os meus três homens a brincarem na beira da água (e eu, na sombra, a jurar que a mim não me apanham naquela água gelada). Um jarro de sangria. Almoçar com areia nos pés. Uma varanda. Uma nesga de mar na janela. Gelados. Um livro. Silêncio. Não gritar. Não nos zangarmos. Não nos stressarmos. Não ter horas. O Alentejo. A casa da minha irmã. Regressar a casa. Os dois rapazes enrolados comigo no sofá a ver desenhos animados. É tão mais fácil ser feliz quando se está de férias.

publicado às 01:29


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