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Ontem à noite deu o Platoon, já não me lembro em que canal. O Platoon foi um dos filmes que vi mais vezes no tempo das videocassetes (os outros foram o Dirty Dancing, o Top Gun e o Nove Semanas e Meia, que eu não era uma jovem dada a coisas muito intelectuais). O filme começa com os novatos a chegarem ao Vietname e a verem os corpos à espera para entrarem no mesmo avião e regressarem a casa. Só de ouvir a música fico arrepiada. E é certo que choro com a morte do Willem Dafoe. O Willem Dafoe é o actor feio mais-lindo de todos. Não fiquei a ver porque estava muito cansada, de ter subido os degraus todos do castelo de Almourol, e também porque não me apetecia ficar triste. Quando ia dormir lembrei-me que ainda não tinha feito a minha lista de filmes preferidos deste ano. Eu gosto muito de listas, mesmo quando, como é o caso,  não tenho material para as fazer. Este ano não fui ao cinema tantas vezes quanto gostaria, o que é uma tristeza. E das vezes em que fui nem todas foram memoráveis (não, o james bond não me enche as medidas, e os filmes de animação deste ano foram todos muito fraquinhos). De maneiras que temos estes:
O deus da carnificina
Uma separação
Moonrise Kingdom
Moneyball
Marina Abramovic - The Artist is Present
O miúdo da bicicleta
Descendentes
Argo
Tabu
E ainda não vi o Amor, do Haneke, que, palpita-me, por tudo o que já li e ouvi, há de ficar neste top.

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publicado às 11:06


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