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... de sorrir (até mesmo quando chorarem).

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publicado às 13:58

Um desafio dos grandes: ir à depilação.

O que é isso, mãe?

Lá expliquei (quase) tudo o que ia fazer mas avisei-os que isto era uma coisa de crescidos e por isso teriam de ficar na sala de espera, a jogar com as nintendos. O António lançou um "já percebi, precisas de privacidade, tudo bem". O Pedro, claro, garantiu logo ali "eu vou contigo".

Fui salva por uma amiga, como de costume. Eles ficaram entretidos a brincar com os amigos deles enquanto eu fui num instantinho pôr-me bonita (dentro do possível, né?).

Quase pronta para entrar no novo ano.

publicado às 00:25

Reduzido assim a palavras soltas até pode parecer que este foi um ano mau. E não foi. Foi um ano de decisões e de mudanças. E as mudanças, mesmo quando são desejadas e inevitáveis, complicam-nos a vida. Este foi um ano complicado e de muitas adaptações (para mim e para os miúdos). Mas. 2012 tinha sido um ano de desesperança, este foi o ano de acreditar. 2012 tinha sido um ano para cuidar dos outros, este ano decidi cuidar de mim. Olhar para mim. Foi tempo de avançar. E é verdade que nem sempre as coisas correm como nós imaginamos. Continuo a supreender-me com a capacidade que algumas pessoas têm para mentir  e agredir os outros. Houve momentos muito dolorosos, sim. Mas. Também foi o ano em que aprendemos a viver e a ser felizes a três. Em que me aproximei ou reaproximei de algumas pessoas muito queridas. Em que, mais uma vez, pude confirmar que tenho alguns amigos mesmo especiais (só por me aturarem já seriam uns santos, mas fazem muito mais do que isso). E em que aconteceram muitas coisas boas. Mesmo. Fui muito feliz neste 2013. Muito mais do que poderia sequer sonhar há doze meses. Os momentos felizes valem sempre a pena, aconteça o que acontecer. E as boas memórias ficam para sempre. Por isso. Este não foi um ano mau. 2012 tinha sido um ano mau. Este foi o ano de seguir em frente. Uma e outra vez. E continuar sorrindo.

Chegar ao final deste ano é como chegar ao fim de uma viagem na montanha russa. Um frio na barriga, as pernas a tremer, mas uma vontade louca de dar mais uma voltinha. Bora lá, 2014?

publicado às 13:04

Está tudo aqui.

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publicado às 00:44

Eu

Sozinha        Borboletas        Acreditar

Gajo        Filhos        Divórcio

Desamigar        Lágrimas        Psicoterapia

Tatuagem        Amigos        Abraços    

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publicado às 21:55



Às vezes as coisas melhores acontecem quando não fazemos grandes planos. Acordamos mais tarde. Preguiçamos. Espreitamos o céu instável. Temos uma ideia. Vamos andar de bicicleta? E vamos. Almoçamos um prego fantástico num restaurante que não está na moda. Pedalamos até quase nos doerem as pernas. Sentimos o vento gelado na cara. Pedalamos mais depressa para nos abrigarmos um bocadinho da chuva. Compramos sonhos na Rosa. E voltamos para casa contentes quando já é quase de noite outra vez. Momentos assim que fazem esquecer tudo o resto.

publicado às 23:12

27
Dez13

Remarkable?

Está outra vez na altura de fazer os balanços do ano. Ora vamos lá a isto.

Do Baby Blues

publicado às 23:13

27
Dez13

Olaf

"Olá, eu sou o Olaf e gosto de abraços calorosos." (eu também)

De 'Frozen', da Disney

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publicado às 18:10

27
Dez13

Em suspenso

Aquele momento em que mandamos uma mensagem no facebook e vemos aparecer o sinal de "lido" e relemos a mensagem "com" o outro e imaginamos o que o outro estará a pensar e esperamos a resposta.

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publicado às 12:14

26
Dez13

O natal é isto

Voltar a casa, que não é a nossa casa mas é. Os miúdos felizes a correr pela rua, ou de bicicleta, a brincar com os primos dias inteiros, a partilharem segredos, às escondidas pela casa, jogar matraquilhos (o António cada vez melhor, eu sempre a perder), quando é que vemos as prendas?, o Pedro com a boca suja de mousse de chocolate, todos juntos no sofá a ver o circo, com os avós dos primos que também são avós, o barulho, tanto barulho, pintar os desenhos feitos pelo tio, pedir um doce ao avô, já podemos ver as prendas?, perguntar à tia se fez sonhos, ficar com as mãos sujas de açúcar, os meus filhos a falar com sotaque alentejano, a fazerem birras que também faz parte, as receitas de sempre, copos de vinho entre gargalhadas, o momento em que nos lembramos com saudade da nossa avó, barulho, muito barulho, e música e cantigas, desembrulhar os presentes, a alegria estampada naquelas caras, outra vez comida, eles a pedirem para ficarmos mais um dia, voltar para a casa que é nossa, os miúdos, estourados, dormindo a viagem toda.

E a felicidade de pode fazer isto, mais ou menos da mesma maneira, todos os anos.

publicado às 20:19

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