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- mãe, aquele pai natal que vimos hoje não era mesmo o pai natal, pois não?

- o que é que achas?

- eu acho que era um senhor vestido de pai natal.

- ah é?

- sim, porque o pai natal verdadeiro vive no gelo e aqui não há gelo.

- pois não, tens toda a razão.

- pois, eu sei. (diz ele em tom triunfante, de quem já sabe muitos coisas)

publicado às 22:46

Nesta altura do ano lembro-me sempre do conselho do nosso pediatra (que eu adoro) quando falámos sobre as prendas: abra-lhe uma conta no banco e peça aos avós para depositarem lá o dinheiro que iriam gastar em presentes, para já ele só precisa de um tuperware e uma colher de pau. Isto foi dito quando o António era ainda bebé. Numa idade diferente poderíamos substituir o tuperware por algo tão simples como uma bola ou uma corda de saltar ou, como defendem alguns, um pau. As crianças ficam felizes com poucas coisas e com coisas simples. E também nos cabe a nós ensiná-los a descobrir a felicidade nessas coisas. Sobretudo nas coisas que não sejam electrónicas. É sempre melhor uma tarde passada no parque do que uma tarde no sofá. Acredito profundamente nisto.

publicado às 12:19


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