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28
Mai14

Sem medos







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publicado às 10:14

Estar de folga e não ligar o facebook.

publicado às 10:25

25
Mai14

Grávidas


Grávidas. Atrizes. Giras. Divertidas.

(eu gosto muito de grávidas. e gosto muito de barrigas. tenho tantas saudades das minhas barrigas)

'Consegues ver os teus pés?', entre hoje e quarta, no Teatro Taborda, em Lisboa.

publicado às 13:10

24
Mai14

A invasão

Às 9.30 da manhã, o metro estava cheio. Cheio como em hora de ponta. Espanhóis aos pulos dentro da carruagem. A cantarem. Espanhóis com pulseiras de elásticos nos pulsos, a consultarem os mapas da cidade e a perguntarem pelas estações de metro e pelo Rossio e pelos pastéis de belém.

Que ganhe o melhor, mas se puder ser este a malta fica um bocadinho mais contente.

E, já agora, uma música para começarmos a aquecer para o Mundial (esta, que é antiga, porque não achei gracinha nenhuma à da Shakira nem à do Pitbull).

'Uma Partida de Futebol', Skank

publicado às 12:28

Chegar a casa numa sexta-feira à tarde, depois do trabalho, sentar-me no sofá a ver o episódio de ontem da 'Anatomia de Grey' e choramingar um bocadinho com este Owen dos cabelos ruivos.

publicado às 20:07

Foi tão bom. Pela música, pelos amigos, pelos miúdos, ensonados mas ainda assim fascinados com os dourados do teatro e com aqueles instrumentos todos, o acordeão, a harpa, os violinos, a sanfona, e os coros e os cantares alentejanos que são tão lindos. E no final, onze da noite, já na rua, no largo de são carlos, ainda houve mais vozes e aqueles homens juntinhos a abanarem-se lentamente de um lado para o outro.

 
Fotos do espetáculo, ontem à noite, da Ronda dos Quatro Caminhos, retiradas do Facebook do Teatro Nacional de São Carlos

publicado às 10:10

21
Mai14

Tanta coisa boa

Obrigado, Anabela, por me mostrares esta "coisa boa". Eu já adorava o Moreno Veloso (e não só por ser filho de quem é) e agora estou com muita vontade de ouvir o novo disco.

publicado às 16:10

Sou contra os exames do 4ºano (e também do 6º, pelo menos. e provavelmente também do 9º, embora ainda não me tenha dedicado a pensar muito nisso).

Acho que os meninos devem ser avaliados. Acho que devemos ser exigentes com eles. Acho que eles devem aprender a ser responsáveis. Acho que estudar é, sim, senhor, o seu trabalho.

Mas acho que haveria mil e uma maneiras de conseguir isto tudo sem ter que sujeitá-los a esta pressão tão formal, tão oficial, tão burocrática que são os exames (já há os testes, não há? e havia aquela coisa chamada avaliação contínua, não havia?) e, acima de tudo, sem ter que perder grande parte do tempo lectivo a ensiná-los a fazer estes exames. Porque a verdade é esta. Os exames vieram limitar a liberdade dos professores no que toca a metodologias e a estratégias de ensino. Vieram limitar a criatividade dentro da sala de aula. E limitar, e muito, a liberdade e a criatividade dos nossos miúdos. Haveria outras maneiras, porventura mais divertidas e se calhar até mais eficazes de pôr estas crianças a ler e a compreender textos e a fazerem redacções e a saberem a gramática toda e a saberem dividir e multiplicar (e até fazerem contas com fracções) e a saberem as formas geométricas e os sólidos e os ângulos e os quilómetros e os litros. Claro que haveria. Mas não adianta que eles saibam isso tudo de outra maneira. O que é importante é que saibam desta forma. Não interessa que eles saibam tudo isso e muito mais, o que interessa é que saibam responder a este tipo de exames.

E essa normalização a mim irrita-me. Complica-me com os nervos. Porque é limitadora, porque é injusta, porque é uma parvoíce. Os putos têm 10 anos. A escola devia ser um sítio que lhes abre portas e não que lhes diz que só há uma maneira certa de fazer as coisas. Os putos têm 10 anos. Aprender devia ser divertido e não uma seca de fichas que é preciso fazer. Os putos têm 10 anos. Há uns que sabem mais matemática, há outros que sabem mais história, há uns que gostam de pintar, há outros que são óptimos a tocar flauta. Devíamos estar a explorar estas várias valências. Aproveitar aquilo em que eles são melhores para minorar as suas dificuldades. Descobrir estratégias, quem sabe até individuais, para que todos cheguem à meta, mesmo que de maneiras diferentes. Isto é possível. Isto não é utopia.

Não me venham com a conversa de que temos de os preparar para o futuro. Estamos a criar pequenos burocratas-não-pensantes-e-obedientes que quando vão para uma prova se preocupam com coisas como ter uma caneta preta sem bonecos. Que futuro cinzento nos espera.

 

Posto isto. Não há como escapar. Os miúdos têm que fazer os exames. Os professores têm que os preparar para os exames. No resto do tempo, resistimos como podemos. Em casa e na escola. Há que desdramatizar, para bem deles e para nosso bem. Dar-lhes espaço. Dar-lhes tempo. Não os pressionar. Relativizar. Procurar aquele difícil equilíbrio entre o garantir que eles estão à altura e o não fazer disto um bicho de sete cabeças. Ando à procura deste equilíbrio. Uns dias consigo, outros nem por isso. Mas ando à procura. Acredito mesmo nisto.

publicado às 21:35

Meia hora a vasculhar nas prateleiras da livraria para encontrar este livro que ainda teve de ser lido e aprovado pelo Pedro. Funcionou porque tem tudo a ver com esta idade: na turma estão todos com dentes a abanar e fizeram questão de me mostrar as suas bocas desdentadas. Ele, tão orgulhoso, ajudou a contar a história (e houve até um toque de magia patrocinado pela fada dos dentes).

'O menino que detestava escovas de dentes', de Zehra Hicks (Editorial Presença)

O bolo de cenoura também parece que se safou. Para o ano há mais.

publicado às 22:27

19
Mai14

Observando

Há um novo jornal para ler. Chama-se O Observador e só está disponível online. Nos dias que correm, em que o jornalismo está pela hora da morte, esta é uma boa notícia. Que corra tudo bem é o que queremos.

Podem começar por ler a história da Maria, que vale muito a pena.

publicado às 11:50

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