Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



31
Ago14

Dançando

Com Adriana Calcanhotto. A dois meses dos 40.

publicado às 09:03



O que estás a fazer, mãe? Também podemos experimentar?

Tags:

publicado às 23:36

28
Ago14

Assim vamos

Não trabalhar. Não pensar em trabalho. Não stressar. Sair da rotina. Cozinhar o mínimo possível. Não ter horários. Não saber o que se passa e isso não fazer diferença nenhuma. As férias também servem para isto, para estar desligada do mundo. Quase sem internet. Sem televisão. Sem jornais. Com as notícias que calha ouvir na rádio e os telefonemas dos amigos e da família que querem saber se estamos bem. Estamos. Estamos mais ou menos como estávamos aqui, mas muito melhor porque com muito menos crises existenciais. E as crianças mais crescidas, que, nos dias bons, até me deixam descansar e ler na praia. E os amigos com quem gostamos de estar. E os dias de calor em que somos quase os últimos a sair da praia.

Assim vamos. Nada mal, pois não?

Tags:

publicado às 13:42

24
Ago14

Dias bons

 


 


Os amigos. Um sítio onde nos sentimos em casa. A paisagem do Alentejo. Os putos felizes com a piscina, os cães, as bicicletas, o sol, os pés descalços na terra, as plantas para regar, as ovelhas que passam. Os amigos dos amigos. Comer e beber. Conversar. Muitas gargalhadas. Um livro. Uma selfie para a despedida. Três dias sem birras nem gritos. Férias.

publicado às 17:53

The Killers, 'Mr. Brightside'.

17 dias a contar a partir de agora.

publicado às 18:28

20
Ago14

"Move forward"

"Change is not something that we should fear. Rather, it is something that we should welcome. For without change, nothing in this world would ever grow or blossom, and no one in this world would ever move forward to become the person they're meant to be."

B.K.S. Iyengar (1918-2014)

Havia um livro lá em casa, que tenho quase a certeza que era deste guru, com fotografias das várias posições e explicações. li-o muito na adolescência e consegui, sozinha, aplicar o método de relaxamento do corpo quando tinhas insónias. mais tarde, cheguei a praticar yoga, por pouco tempo. foi aí que aprendi a respirar para me acalmar em situações de stress. nunca consegui fazer nenhuma posição como deve ser mas tenho pena. e tenho ainda mais pena de não conseguir ser uma pessoa calma, uma dessas pessoas que mantém a calma apesar de tudo e que consegue abstrair-se do mundo à sua volta e concentrar-se apenas no que é essencial. Mas isso, acho, nunca vai acontecer.

publicado às 12:09


Uma prenda do meu fotógrafo preferido e um serão a organizar uma parte das fotografias do último ano em álbuns. Pequenos prazeres.

publicado às 20:54

O sol a pôr-se na praia.

As amigas mais antigas.

A alegria das crianças nas fotografias que o avô manda lá do Alentejo.

Figos. Ainda este ano não tinha comido figos.

publicado às 00:58


'A Felicidade', Tom e Vinicius

publicado às 20:44

Sábado, depois das baquetes ao pequeno-almoço, fomos passear. Era o nosso dia em Paris. E mesmo com o tempo um pouco instável nada nos impediria de ver tudo o que queríamos ver. A pé, passando pelo Pompidou e pela Câmara Municipal, até ao rio. A pé, junto ao rio, espreitando as "praias", até à Ponte das Artes. Os miúdos ficaram encantados e passaram ali algum tempo a tentar abrir os cadeados. Quase todas as pontes de Paris têm cadeados mas aquela é realmente impressionante, brilhando ao sol. E não deixa de ser irónico que tanto "amor" esteja a ameaçar a ponte.

   

Atravessámos a rua para ir ver o Louvre - por fora, só por fora, tínhamos esgotado a nossa paciência para filas com a Disney. Fomos de metro até aos Champs-Élyseés e sentimos a imponência do Arco do Triunfo. Depois, outra vez de metro até ao Trocadero e abancámos na relva, a piquenicar com vista para a Torre Eiffel. Sem pressas. Porque isto de brincar a apanhada e às escondidas num jardim em Paris é outra coisa.

   
Finalmente, chegámos à Torre Eiffel. Uma multidão, uma birra, muitas fotografias. Descemos pelos jardins. Com tempo. Com brincadeiras. Que as crianças já começavam a ficar um bocadinho cansadas. Fomos a pé até aos Invalides, onde encontrámos uma manifestação e aproveitámos para lhes falar de Israel e da Palestina. Mas os miúdos, claro, estavam pouco interessados em política internacional. Só tinham olhos para o aparato da polícia de choque, as armas, os cães, os carros, os capacetes, centenas de polícias que fecharam completamente a praça e nos impediram de atravessar a linda ponte Alexandre III. Apanhámos o metro de volta para casa.
   
No dia seguinte, domingo, ainda tivemos tempo para passear mais um bocadinho. De pé até Notre Dame para ver a catedral onde se escondia o Corcunda, de autocarro Castor (porque havia umas estações de metro em obras) até aos Bateaux Mouches e, por fim, um passeio pelo Sena, para terminar em beleza a nossa viagem e nos despedirmos da Torre Eiffel.
Voltámos a casa, fizemos as malas, apanhámos o comboio para Orly e depois o avião Airbus A320 Agostinho da Silva, da TAP, para Lisboa. Chegámos a casa às 23.00, direitinhos para a cama. Mas com muitas histórias para contar e memórias para guardar. A viagem, vendo bem, ainda não terminou.

publicado às 10:10

Pág. 1/3



Mais sobre mim

foto do autor