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15
Dez15

Fugir

Já o disse várias vezes. O Baby Blues é uma pequena maravilha. São tiras diárias (que depois dão origem a livros e estão publicados em Portugal) que acompanham a vida de uma família. Primeiro um casal, depois nasce a primeira filha, a Wanda decide ficar em casa a tomar conta da criança, o furacão que isto representa nas suas vidas, e a seguir nasce o rapaz e, quando já nada o fazia esperar, vem mais uma menina. Cada criança tem a sua personalidade muito vincada e quem tem filhos irá identificar-se com tantas situações, tantas, que às vezes desconfiamos que o Rick Kirkman e o Jerry Scott (os autores) andam a espreitar a nossa casa sem que nós saibamos. E outra coisa deliciosa é ver os miúdos a crescerem, algo que não costuma acontecer nas bandas desenhadas. Neste momento, a Zoe já é uma menina a caminhar para a adolescência, o Hammie continua a ser um puto imparável (faz-me lembrar tanto os meus) e a Wren está a aprender a falar. O Darryl e a Wanda lá vão sobrevivendo neste turbilhão. Um pouco como nós fazemos, todos os dias. Por exemplo, assim:

babyblues.gif

Era isto, exactamente isto que me apetecia agora, enfiar-me debaixo do cobertor e, por favor, não me digam nada. 

Já tinha falado do Baby Blues: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

publicado às 09:19


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