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publicado às 22:42

Sentada na minha secretária, com auscultadores nos ouvidos, até me arrepiei a ouvir os cantores de Serpa a cantar o 'Alentejo, Alentejo', lá em Paris, logo depois de a Unesco ter aceite a inscrição do cante como património cultural imaterial da humanidade. Parabéns. A todos os que cantam. A todos os que trabalharam nesta candidatura. A todos nós, alentejanos. O fado pode ser muito bonito, pois pode, mas não é coisa nossa.

(e agora arrepio-me outra vez a ouvir isto, como sempre, aliás)

publicado às 10:46

'Alentejo, Alentejo', de Sérgio Tréfaut, é um documentário sobre o cante tanto quanto é um filme sobre o Alentejo - o Alentejo de ontem e de hoje, o Alentejo dos meus avós, o meu Alentejo. Estamos todos ali, no pão migado para as açordas. Com alho, coentros, poejo, bacalhau. Nas linguiças e nos copos de tinto. Nas tabernas onde se canta. Naquela paisagem. Naquele sotaque. Estamos todos, os alentejanos, ali, naquelas modas que parecem tão simples de cantar mas não são.

(este não é o trailer do filme mas foi o único vídeo que encontrei e, apesar de as imagens serem diferentes, a ideia principal está lá)
'Alentejo, Alentejo' estreia na próxima semana. Até lá, podem ler a opinião menos parcial de uma não-alentejana. Ou procurar ouvir algum dos grupos que por estes dias cantam em Lisboa.

publicado às 23:35

24
Ago14

Dias bons

 


 


Os amigos. Um sítio onde nos sentimos em casa. A paisagem do Alentejo. Os putos felizes com a piscina, os cães, as bicicletas, o sol, os pés descalços na terra, as plantas para regar, as ovelhas que passam. Os amigos dos amigos. Comer e beber. Conversar. Muitas gargalhadas. Um livro. Uma selfie para a despedida. Três dias sem birras nem gritos. Férias.

publicado às 17:53


Uma prenda do meu fotógrafo preferido e um serão a organizar uma parte das fotografias do último ano em álbuns. Pequenos prazeres.

publicado às 20:54

Foi tão bom. Pela música, pelos amigos, pelos miúdos, ensonados mas ainda assim fascinados com os dourados do teatro e com aqueles instrumentos todos, o acordeão, a harpa, os violinos, a sanfona, e os coros e os cantares alentejanos que são tão lindos. E no final, onze da noite, já na rua, no largo de são carlos, ainda houve mais vozes e aqueles homens juntinhos a abanarem-se lentamente de um lado para o outro.

 
Fotos do espetáculo, ontem à noite, da Ronda dos Quatro Caminhos, retiradas do Facebook do Teatro Nacional de São Carlos

publicado às 10:10

No quintal, as escadas.

publicado às 11:35

Nas noites de verão, adormecia com a janela aberta, a perna por cima do lençol, um bafo quente lá fora. Acordava por volta das quatro e tal, cinco horas, para fechar a janela e puxar a manta. Era tão boa aquela sensação de me tapar até ao pescoço e voltar a adormecer quentinha.

publicado às 01:22

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publicado às 10:40

Ontem, enquanto vinha no comboio, lembrei-me de uma expressão que define exactamente aquilo que eu faço todos os dias: lá vou eu "de escalho tapado" para algum lugar. Que é como quem diz que vou à pressa. Que não páro no armeiro.

publicado às 10:21


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