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A Gata Christie


Quinta-feira, 02.10.14

Perguntaram-me o que ando a ler

"Quando o amor é amor nunca acaba. Ainda que não possa continuar."

in 'Madre Paula', de Patricia Müller

(acredito tanto nisto. quando o amor é amor sobrevive a tudo. à distância. aos desencontros. à traição. ao tempo. até mesmo ao fim. se não sobrevive é porque não é bem amor. acredito tanto nisto, ainda que às vezes não acredite.)

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por Gata às 22:37

Terça-feira, 01.04.14

It takes two to tango

"No mundo onde eu vivo o amor vive-se, o sexo é a dois, a paixão não tem prazo, as relações não têm regras, o “mapa do corpo” é descoberto a dois, a fantasia faz parte da relação, há espaço para os fetiches, as descobertas, as manias de cada um. Essa é a minha história, e dado que não a faço sozinho, é também a das pessoas que conheci.
No mundo onde eu vivo, e fora do qual não mergulho, o sexo não é bom nem mau - é como o tango, dança-se a dois, e às vezes sou o melhor do mundo, e outras vezes sou o pior.
No mundo onde eu vivo não se dramatiza a eternidade nem as relações que falham, como não se idolatram os casamentos que duram sem que vivam, ou que vivam mesmo depois de morrerem."

Este mundo do Pedro Rolo Duarte parece ser um lugar agradável.

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por Gata às 15:25

Domingo, 09.03.14

Um verdadeiro amor é sempre livre

"De cualquier manera el amor libre es una contradicción: un verdadero amor es siempre libre. Amor es decir que tú te olvidas de ti mismo por el otro. El amor es ver al otro, no verse a uno mismo. El sexo es verse a uno mismo. Esa es la gran diferencia entre el amor y el sexo."

Gerard Mortier (1943-2014), diretor de ópera

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por Gata às 12:30

Sábado, 18.01.14

"Esquecer a urgência de esquecimento"

"Há comprimidos eficazes para certas dores de cabeça, azia ou até para a tristeza, mas nenhuma droga, comprada na farmácia ou clandestina, consegue fazer-nos esquecer quem amámos. A única maneira é esquecer a urgência de esquecimento e continuar a caminhar. Não como se nada fosse, sem dúvida como se tudo pudesse ser."

escreve o Luís

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por Gata às 21:15

Quinta-feira, 16.01.14

E foram felizes para sempre (1)

O João, com o tom provocante que lhe é característico, anda a dissertar sobre o "e foram felizes para sempre" e até já posso adivinhar, pelo rumo que a conversa está a tomar, que daqui a nada vamos estar a falar dos casais que desistem facilmente e do egoísmo reinante nos dias de hoje. Vai uma aposta?

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por Gata às 15:34

Quinta-feira, 21.11.13

Do amor

Do amor que preciso, mesmo quando não o quero admitir. Dito pela Catarina e tão bem dito que tenho de o partilhar.

"No início quando a vontade é apenas esquecer que o mundo existe e viver a paixão, e ficar horas a olhar e a conhecer o outro, há uma limitação, há um mundo que não pode parar. Quem tem filhos sabe isso, quem não tem filhos aceita isso. Aceitar alguém com filhos significa acolher uma bagagem, um passado, que tem rosto, voz, birras, pai ou mãe. É uma bagagem visível e incontornável. "

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por Gata às 16:33

Quinta-feira, 14.11.13

De graça

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por Gata às 20:06

Quinta-feira, 07.11.13

Porque sim

"O sentimento de ser eleito está presente, por exemplo, em toda a relação amorosa. Porque o amor é, por definição, um dom não merecido; ser-se amado sem mérito é justamente a prova de um amor verdadeiro. Se uma mulher me diz: amo-te porque és inteligente, porque és honesto, porque me dás presentes, porque não andas no engate, porque lavas a louça, sinto-me decepcionado; este amor tem o ar de ser qualquer coisa de interessado. É muito mais bonito ouvir: estou louca por ti".

Estou louca por ti porque sim.

Lembrei-me deste excerto de 'A Lentidão', de Milan Kundera, escolhido por uma amiga especial para uma ocasião especial há muito tempo, apenas para dizer isto: quando se gosta realmente de alguém é impossível conseguirmos explicar porquê. É algo que se sente e pronto. Mas quando não se gosta conseguimos sempre encontrar milhares de justificações.

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por Gata às 09:52

Quinta-feira, 17.10.13

E assim acontece

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por Gata às 10:33

Sábado, 12.10.13

Décalage

Quando terminamos uma relação é provável que à medida que a tristeza passa e que a paixão se dilui, à medida que recuperamos a razão e voltamos a ver o mundo com clareza, é provável, dizia, darmos por  nós a pensar mas como é que eu gostei daquele gajo, ou mas como é que eu fui capaz de acreditar em, ou mas como é que eu não vi que, ou mas como é que eu me dei ao trabalho de, ou mas como é que eu fui tão tonta, até chegarmos aliviadas à conclusão que nos livrámos de boa, foi o que foi. O problema é que mesmo depois de sabermos isto tudo às vezes ainda leva algum tempo até o sentirmos.

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por Gata às 20:53



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