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Michael Moore é um realizador demagógico e às vezes até desonesto, ainda assim encontro sempre algo interessante nos seus filmes-panfletos. Neste Where to invade next, que ainda não vi mas tenho andado a cuscar no youtube, gosto bastante desta cena. Faz-me ter vontade de me mudar para a Finlândia. Faz-me pensar na escola que temos por cá. E no que podemos fazer para melhorar o ensino (e a vida) dos nossos filhos. 

Nós já estamos em modo férias. E é tãããããão bom.

publicado às 15:07


4 comentários

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Lady Sophia 20.06.2016

Para além da quantidade absurda de conhecimento teórico que me obrigaram a gostar de enfiar no cérebro, na escola só aprendi uma coisa: que as crianças são cruéis umas com as outras, que os contínuos (sejam auxiliares de educação) vêm autênticas cenas de violência física e psicológica e permanecem sentados a ler uma revista cor-de-rosa com os pézinhos por baixo do aquecedor, e que os professores têm uma carga de trabalho tal que não reparam e nada igualmente, e que as câmaras de vigilância existem mas estão desligadas, segundo o próprio Director que também nunca viu Bullying na sua escola.
E sabe uma coisa?! Na escola sempre fui infeliz. Preferia ter estudado em casa, e ir ao parque de diversões fazer amigos de vez em quando apenas.

Isto tudo veio à minha cabeça com o título deste post.
Obrigado por partilhar o video.
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Tea 20.06.2016

Uau! O excerto do documentário está fantástico. Gostei imenso. Pena o sistema de ensino não estar concebido para os propósitos que foram falados no vídeo. Pelo menos, em Portugal.
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Milheiras 20.06.2016

É pena que Portugal não siga o exemplo da Finlândia, mas existe uma escola diferente mas com pouca divulgação que é a "Escola da Ponte" já ouviu falar?

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