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17
Fev14

Beck is back *

Foi no dia 28 de maio de 1998. Foi no glorioso ano da Expo. Naquele ano em que andávamos todos entre relações ou em relações precárias. Eramos novos. Não tínhamos grandes preocupações. Trabalhávamos muito. E divertiamo-nos muito a trabalhar. E fazíamos amigos a trabalhar. E apaixonávamo-nos a trabalhar. Outros tempos. E se conto isto não é porque esteja com um acesso de nostalgia, é só porque a música que ouvimos e de que gostamos tem tudo a ver com o que está a acontecer na nossa vida. Cada momento tem a sua banda sonora. Tivessem sido outros os dias e a música seria outra.

Foi, então, no dia 28 de maio de 1998. Eu não tinha nada planeado e o Galopim não tinha companhia.

- Queres vir ver o Beck?

- Quem?

Fomos ao Coliseu dos Recreios (ainda tenho o bilhete, guardado num álbum). Fiquei fã. Sobretudo de Odelay (1996), Mutations (1998), Midnite Voltures (1999) e Sea Change (2002), os outros não ouvi muito. Estou a ouvir agora Morning Phase, o disco novo. E estou a adorar como da primeira vez. Música boa para acalmar tumultos interiores. Música boa para os dias de 2014.

(este é o Beck, que além de tudo o mais continua indie-giro)

 

* O título é do Miguel, mas é tão bom que não dá para não usar

publicado às 13:43


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