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Vi pouco. Cheguei já a meio da tarde de ontem e tinha que trabalhar por isso só hoje me pus a deambular pela cidade. E foi só isso. Não entrei em palácios nem em museus nem em igrejas nem nada. Entrei em livrarias e em cafés, porque gosto, e não consegui resistir a entrar nesta loja:

Para saber mais é só ir ler o que escrevi aqui.
De resto foi mesmo passear. Para quem não sabe eu sou pessoa que gosta da Alemanha e não tenho grandes motivos para me queixar da suposta antipatia dos alemães. E desde os tempos do Lothar Matheus e do Klinsmann (em novo) que também costumo torcer pela Alemanha no futebol (excepto quando joga contra Portugal, claro). De maneiras que me senti em casa em Wiesbaden. Gostei do silêncio nas ruas. Do cheiro enjoativo dos quiosques de doces. Do mercado de frutas e legumes na praça central. Dos relvados onde a malta se deita em mantinhas. Das comidas envinagradas. Das esplanadas. De andar a pé, andar a pé, andar a pé e depois sentar-me um bocadinho e ficar a observar as pessoas e a ouvi-las falar. Lembro-me muito pouco do alemão que aprendi no liceu e depois do Goethe Institut mas descobri que afinal percebo bastantes coisas que leio e ouço e até consigo manter diálogos muito básicos nas lojas. Foi pouco tempo. Depois do almoço, apanhei o comboio e já estou no aeroporto a rezar para que a greve dos controladores aéreos em França não me lixe muito a vida.

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publicado às 16:04


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