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20160529_174007.jpgSaíram de casa contrariados. Tem mesmo que ser, mãe? E quando o guia avisou que a visita ia durar duas horas começaram a fazer beicinho implorando para ir para casa. Nem pensar. Estava à espera há meses por esta visita - que só acontece um domingo por mês e às vezes calha nos domingos em que eu trabalho e outras vezes quando tentei marcar já não havia vagas - não era agora, com os bilhetes na mão, já pagos, que ia desistir, né? Lá fomos, então, numa viagem à corte do século XVIII pelo Palácio de Queluz. E foi muito bom. Para além de vermos o palácio, que é lindo, tínhamos a parte da reconstituição histórica. O mestre de cerimónias era engraçadíssimo, sempre a meter-se com as crianças e a contar pequenos pormenores sobre a vida dos nobres e dos reis. Houve música e canto e dança. E ficámos a saber imensas coisas sobre perucas e os banhos que não havia e os piolhos que havia em grande quantidade e leques e sinais que as senhoras punham na cara e espartilhos e as festas que aconteciam nos jardins de Queluz, os jardins por onde eles correram como loucos no final das mais de duas horas de visita. Afinal até não foi assim tão mau, mãe. 

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publicado às 22:17


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