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Penso tantas vezes nisto, em como é fácil um dia sermos pessoas normais, a tentar ser felizes, a tentar ter "vidas extraordinárias" ou, simplemente, a levar nossa vidinha, e noutro dia sermos outras pessoas, diferentes, algo que não conseguimos controlar, uma doença que se instala devagar, em silêncio, e que nos consome quase sem darmos por isso. Somos tão frágeis. Penso tantas vezes nisto, nas pessoas que já conheci que se deixaram vencer por depressões, que se deixaram levar por vícios, que se deixaram abater pela vida, pela pressão, pelos falhanços, pelas frustrações, por isto tudo. Ninguém sabe muito bem o quê. Ninguém tem culpa. Apenas acontece. Pessoas que caem e não conseguem levantar-se. E às vezes quando reparamos já é demasiado tarde. Duas mortes assim no mesmo dia. Tenho tanto medo disto.

Robin Williams em 'Clube dos Poetas Mortos', de 1989. Um daqueles filmes que me marcaram. E Neil, aquele miúdo que.

publicado às 13:45


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