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Ri, cantei, emocionei-me. Saí do cinema feliz, como quando se reencontram velhos amigos.
The Beatles: Eight Days a Week, de Ron Howard. Estreia amanhã.
Got to get you my life, The Beatles
Here, There and Everywhere, os Beatles, outra vez. Volto sempre aos Beatles.
The Beatles, All you need is love
1. Rock in Rio para me lembrar, mais uma vez, que o meu trabalho mesmo nos dias em que não é lá grande coisa é do melhor que pode haver. Os Stones foram os Stones. Eu, como se sabe, sempre fui fã dos Beatles. Mas valeu a pena.
2. Dois dias no Alentejo com céu azul e sonecas na rede. E a casa velha que agora é nova. E os bolos. E os primos a brincar. E a minha maninha feliz. A minha família também é do melhor que pode haver.
3. Ler um texto brilhante deste amigo (já sei, estou a tornar-me repetitiva mas, o que querem?, o rapaz anda inspirado, que sorte a nossa) sobre isto de ser pai/mãe e do bom e do mau que é ter filhos.
E mais uma. Há dias em que tudo parece perfeito.
A 7 de fevereiro de 1964 os Beatles chegaram aos Estados Unidos. Foi aí que começou a verdadeira loucura.
Vejam o que o The New York Times escreveu na altura.
E o que a revista Time escreve agora.
Vale a pena ler a entrevista que o Tiago fez a Larry Kane, que se lembra de tudo.
Ver mais imagens aqui.
As crianças subiram ao palco, representaram, cantaram, acenaram muito. O Pedro passou a música toda à nossa procura, quase não cantou mas, quando finalmente nos descobriu, não cabia em si de contente, com aquele sorriso enorme. O rei mago lá venceu a timidez, portou-se lindamente e disse todas as suas falas certinhas. Eu emocionei-me um bocadinho, como de costume. A festa terminou com os beatles. Depois houve macdonalds e, já em casa, apesar de mortos de cansaço, ainda se lembraram dos chocolates do calendário do advento.