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A Gata Christie


Sábado, 05.05.18

Maternidade

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Chama-se The Letdown, ou em português da netflix Maternidade e Desapontamento, e são apenas sete episódios que todas as mães deviam ver. Para não se sentirem sozinhas. Para se sentirem menos falhadas. Melhor do que qualquer palestra de um guru qualquer que vos diga o que é que vocês deviam estar a fazer para serem melhores mães. Mesmo. 

Esta é uma série australiana, protagonizada por uma fantástica Alison Bell mas que nos mostra não só a sua experiência como mãe de uma bebé como também outras experiências de outras mães que ela vai conhecendo. E está lá tudo. Qualquer pessoa que tenha sido mãe vai encontrar algum ponto de contacto. Seja as noites sem dormir seja a falta de apetite sexual (ou o medo de voltar a fazê-lo). As dores do parto. O cansaço. A insegurança (bolas, a insegurança, quando é que nos livramos disto?). A incompreensão dos amigos que não têm filhos. A solidão, aquela grande solidão que se sente naqueles meses que passamos em casa com um bebé. A amamentação. As críticas dos outros. Os olhares reprovadores. As noites sem dormir. A total inaptidão de um marido que até aí era perfeito. As discussões. A casa desarrumada. O desejo de fazer tudo bem. O falhanço. O cansaço outra vez. As hormonas. A sogra. A nossa mãe. A culpa. Sentir que estamos a crescer. A enorme responsabilidade de ter um bebé ao nosso cuidado. Aquela sensação de que isto não é a nossa vida, é como se estivéssemos a ver um filme. Só que não.

É bom para rir. Se bem que às vezes também fiquei aqui com um nó na garganta.

The world created by The Letdown, largely with a light touch, is very real: small, chaotic, sometimes lonely, and very, very sleep-deprived. Inevitably however, as a new parent, the more absurd jokes often feel less comedy, more cinéma vérité.

 

Ser mãe de um bebé é isto tudo e é também absolutamente maravilhoso. Pode não ser exactamente como nós imaginávamos (e, sobretudo, nós não somos exactamente como imaginámos que seríamos) mas (lá vem o tal cliché) a verdade é que não há nada que se compare a este amor que sentimos por estas pessoas pequenas que nos fazem sentir tão miseráveis e felizes ao mesmo tempo. Acho que esse é um dos grandes mistérios da humanidade.

(depois melhora. numas coisas. e também piora. noutras. enfim.)

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por Gata às 22:55

Domingo, 15.04.18

A felicidade nas coisas pequenas (XXXV)

Foi uma semana cheia de imprevistos, desilusões, coisas más, desmotivação geral, chuva e hormonas aos saltos. Mas também foi uma semana com:

A Marta Gautier a explicar a diferença entre "alfas" e "betas" no espetáculo Pessoas Estranhas.

Almoçar sozinha (entretida com as conversas das outras mesas) a comida bem boa de A Luz Ideal.

As vidas banais da série Easy, no Netflix.

Fazer biscoitos. Molhá-los no leite morno.

Jantar em casa de amigos. Beber vinho. Trocar confidências. Gargalhar.

Cometer loucuras, porque é bom.

O jogo que importa foi ganho pelos nossos miúdos.

Os abraços deles (mesmo quando são umas pestes). 

Um fim-de-semana inteiro quase offline. Neste momento, desligar é a palavra de ordem cá em casa.

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Quando te sentires a perder o pé, flutua. Recupera o fôlego. E continua.

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por Gata às 22:38

Sábado, 07.04.18

"Wild Wild Country"

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Wild Wild Country é um documentário em seis partes (no total são mais de seis horas), realizado por Chapman e Maclain Way, que estreou na Netflix em março. E que eu vi - todo - em menos de 24 horas. Fiquei completamente agarrada. Wild Wild Country conta como, em 1981, um guru indiano, Bhagwan Shree Rajneesh, e o seu grupo de seguidores se instalaram num rancho enorme no meio do nada, em Oregon, EUA, e como aquilo que deveria ser uma comunidade ligada à meditação e à procura da felicidade se transformou no culto das "pessoas cor-de-laranja", gente de armas à cintura e disposta a fazer o que fosse preciso para garantir a permanência no rancho e o poder dos seus líderes. O tema é absolutamente fascinante e o que é estranho é como é que eu, que adoro estes assuntos (e já vi tantas coisas sobre Jonestown, por exemplo), nunca tinha ouvido falar desta desta Rajneeshpuram. 

Há, por um lado, um fascínio, admito, por estes modos de vida alternativos. Tenho tantas dúvidas sobre o nosso modo de vida contemporâneo (ocidental, capitalista, materialista, consumista) que me interessam todas as experiências de pessoas que procuram outros caminhos. É impossível não simpatizar com esta ideia de uma comunidade de pessoas que trabalha e medita em conjunto, longe dos moralismos cristãos (ou de qualquer outra religião) e sem os contrangimentos do sistema. Mas, depois, fico impressionada com a forma como as pessoas abdicam da sua vontade e se entregam totalmente nas mãos dos outros. Como se sujeitam. Todos vestidos da mesma cor, entregando o seu dinheiro ao guru, cumprindo as regras dos líderes sem questionar. O poder do grupo é enorme. A cegueira. Que impede esta multidão de ver como os seus líderes, que ao início até podiam ter a melhor das intenções, não resistem à luxúria do poder e da riqueza pessoal. Ou como a sua comunidade se está a transformar numa réplica daquilo que eles próprios criticavam.

Ao mesmo tempo, e esse é um dos motivos porque este documentário é tão bom, também é muito interessante ver como as pessoas de fora (no caso, a comunidade conservadora, cristã, americana, branca de Antelope, no Oregon) reage perante o desconhecido. Todos os preconceitos. E o medo do sexo, claro, é sempre o sexo: ouvem dizer que "as pessoas cor-de-laranja" não casam, que podem ter relações com quem quiserem, que andam nus. E essas pessoas muito respeitadoras de deus não podem tolerar tamanha degradação dos costumes. O habitual, portanto.

Usando muitas (e preciosas) imagens de arquivo e entrevistas actuais a pessoas que viveram dentro e fora do rancho (com destaque para a misteriosa Ma Anand Sheela, a secretária do guru), Wild Wild Country é, mais do que um documentário sobre o culto de Bhagwani, uma reflexão sobre a utopia e o confronto com a realidade. A luta entre duas comunidades, a escalada de violência e o que é que se está disposto a fazer para ganhar. Sobre a ganância e a perda de limites. E aquela ténue linha que separa o certo e o errado. 

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por Gata às 09:21

Sábado, 06.01.18

A propósito de reis e rainhas

Não sei como é que isto aconteceu mas estou a tornar-me uma pessoa que vê séries. Esta semana comecei a ver The Crown, sobre a rainha Isabel II. Que delícia. Uma história contada sem pressa e com montes de pequenos detalhes. Ainda só vi quatro episódios mas estou com muita vontade de ver as duas temporadas a grande velocidade. Bendita Netflix.

A propósito: vejam AQUI as fotografias verdadeiras e da série dos membros da familia real. É muito fixe.

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por Gata às 18:53

Segunda-feira, 20.11.17

Rame-rame

Eu sei que existem fases boas e más e outras assim assim e já me habituei a isto por isso já não estranho nem me preocupo muito. Há dias em que durmo pessimamente a pensar em tudo o que fiz mal, em tudo o que não fiz, em tudo o que deveria fazer, e sou uma pessoa com sorte, apesar de tudo, pois não tenho problemas graves entre mãos e, entre as contas para pagar e as chatices no trabalho, aquilo que me tira mesmo o sono são os putos. Sabem quando nos dizem que vamos ter saudades das fraldas e das birras? Ah, pois. Não é bem saudades, porque eu adoro vê-los a crescer, mas é todo um novo mundo de problemas e discussões e preocupações. Enfim. Depois há dias em que basta uma coisa boa para me sentir feliz e recompensada. Como, por exemplo, ir ver um espetáculo daqueles bons. Ou dançar uma noite inteira com as minhas amigas. Ou passar horas na cozinha a preparar o jantar. Ou vê-los a fazer os trabalhos de casa sem protestar. Sou pessoa que se contenta com pouco, como se vê. E até, nos dias bons, consigo achar que vai correr tudo bem. Isto também tem muito a ver com as estações do ano e com os ciclos da natureza, com os ciclos menstruais e provavelmente com a lua e os outros astros e energias e mais não sei quê, porque isto anda tudo ligado. De maneiras que o melhor é uma pessoa ir levando e tentar não stressar muito. E relativizar, sempre. Dito isto, não me tem apetecido vir aqui escrever, ou melhor, até me tem apetecido mas ou não tenho tempo, ou adormeço no sofá, ou então, o que também acontece muito, ponho-me para aqui a escrevinhar e depois chego ao fim e acho que não vale a pena publicar. Não se preocupem. É só uma fase.

Também é verdade que no pouco tempo livre tenho ficado entretida a ver o Master of None. Há pouco mais de uma semana, o puto pediu para assinar a Netflix para ver umas séries quaisquer com super-heróis e eu, desejosa que ele passe menos tempo a ver os parvos dos youtubers, fui na conversa e agora também me estou a tornar uma pessoa que vê séries, embora - ainda - não veja as séries da moda.

Sobre Master of None, a série de Aziz Ansari, a melhor coisa que posso dizer é que me fez lembrar imenso Seinfeld - uma série sobre nada - mas com muito menos momentos cómicos e muito mais gente como nós. Bom, um bocadinho mais hipsters do que nós, mas ainda assim gente banal com problemas banais. Gente que também tem fases boas e más e assim e assim e vai levando como pode. De preferência, com uns sorrisos. Eu ainda estou a meio da segunda temporada (deveria dizer que  estou a meio da segunda temporada, porque na verdade só há duas temporadas).

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por Gata às 23:08

Quarta-feira, 17.08.16

Jogos em directo. Ou mais ou menos.

As transmissões dos campeonatos de atletismo sempre foram assim. Há várias provas a acontecer ao mesmo tempo e o realizador escolhe aquilo que vai dando em directo e depois vai recuperando (em diferido) algumas das provas que perdeu e há outras que se perdem para sempre, é a vida. É impossível agradar a todos os espectadores, haverá uns que gostam mais de saltos e outros de corridas, há uns que querem ver todos portugueses e outros para quem isso não é importante.

Se sempre foi assim, então porque é que este ano parece que há tanta gente descontente com a transmissão da RTP?

Tenho uma ideia: porque o mundo mudou e porque a maneira como vemos o mundo e a maneira como vemos televisão mudou. Mas as transmissões continuam iguaizinhas ao que eram há 20 anos.

Por um lado, existem outros canais que estão a transmitir as mesmas provas - muitas vezes sem cortes nem anúncios pelo meio. Já me aconteceu ter vários canais ligados (no trabalho, que eu em casa só tenho uma televisão) e constatar as diferenças.

Por outro lado, existe a internet. Através da internet nós podemos acompanhar os resultados das provas quase ao segundo. Não precisamos de esperar pela RTP. E por isso nos irrita tanto quando eles dão anúncios e nós sabemos que estão a acontecer coisas importantes. E por isso nos irrita ainda mais quando eles dão provas em diferido fazendo de conta que é em directo, como se o mundo todo estivesse à espera da RTP para saber, como se não houvesse outros canais nem internet nem liveblogs nem pessoas a conversar no facebook sobre coisas que já aconteceram mas que só vão passar na RTP daqui a uns minutos.

Tenho sido muito crítica em relação a isto e tenho recebido algumas respostas e explicações. Agradeço. As explicações podem fazer com que eu seja mais compreensiva mas não fazem com que eu seja uma espectadora mais satisfeita. Se calhar já é tempo de repensar estas transmissões. Não podemos continuar a fazer as coisas sempre da mesma forma quando o mundo à nossa volta está a mudar.

Por exemplo, explicaram-me que vem tudo decidido do Brasil. Acredito. Mas vem tudo decidido depois de ter sido contratualizado entre as duas partes - não vamos achar que as pessoas da Bielorrússia não viram os seus saltadores mas estiveram a ver o Nelson Évora, não é? Há um acordo com cada país. Então, se calhar, também deverá ser possível decidir quando é que se quer pôr anúncios e quanto tempo duram. Porque falhar os saltos da Patrícia Mamona (recorde nacional) e do Nelson Évora para dar publicidade (e nem sequer era a Nike a pagar para estar no meio dos jogos olímpicos, eram mesmo televendas parvas, foi uma coisa despropositada) é inadmissível. Podia acontecer há 20 anos e ninguém dava por isso. Agora, não pode acontecer.

É verdade, não se consegue satisfazer toda a gente. Haverá sempre quem queira ver o hipismo e quem não queira. Haverá sempre quem prefira a vela ao andebol. Mas há mínimos. Os tais mínimos olímpicos.

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por Gata às 00:39

Terça-feira, 05.04.16

Eu e a verdadeira Agatha

Segunda-feira. De folga, depois de um fim-de-semana de trabalho. Fui levar as crianças à escola, pouco depois das 9 já estava a encher o carrinho do supermercado, voltei para casa, dei uma arrumação geral e sentei-me no sofá. Antes do meio-dia estava sentada a ver televisão. Um luxo. E ali fiquei durante três horas, completamente vidrada na minissérie Convite para a morte - três episódios a partir do livro And Then There Were None, da Agatha Christie, com a assinatura da BBC. Passou na Fox Crime e é uma pequena maravilha.

Lembrava-me de ter lido o livro mas já não me lembrava quem era o criminoso. Acho que li todos os livros da Agatha Christie. Mais do que uma vez. No entanto, não tenho nenhum livro dela. Os livros da Agatha Christie, gordos, com duas histórias em cada volume, eram bastante mais caros do que os livros dos cinco e da patrícia que nós costumávamos ler e, por isso, era mais difícil juntar dinheiro para comprá-los. Além disso eram daqueles que se liam de um só fôlego. Então, faziam parte daquele lote de livros que íamos buscar à biblioteca da gulbenkian durante as longas férias de verão. Um de cada vez. Um a seguir ao outro. E no ano seguinte todos de novo, ou só os que nos apetecia reler.  

agatha.jpgOs livros da biblioteca tinham um cheiro característico. Para mim, os livros da Agatha Christie têm esse cheiro, a papel antigo. Era esse o cheiro dos crimes do A, B, C e do mistério dos sete relógios, da morte no Nilo e da velhinha Miss Marple que resolvia mistérios enquanto bebia chá. Do Crime no Expresso do Oriente, também em filme que por essa altura passou na televisão e deu origem a várias brincadeiras de detectives, eu, a minha irmã e mais duas amigas a desvendar segredos e a prender criminosos nas tardes de calor. Depois Poirot ganhou um rosto com a série com David Suchet, perfeito a interpretar o detective belga, com as células cinzentas sempre a trabalhar e a sua mania da perfeição e da arrumação. E, por fim, as peças todas encaixaram-se quando li a autobiografia de Agatha Christie (editada em Portugal pela Asa). É um belo calhamaço mas vale muito a pena por todas as histórias, que começam ainda no século XIX, passam pela primeira guerra mundial, Agatha Christie a surfar na África do Sul, as viagens ao Médio Oriente, as grandes viagens de comboio, as explorações arqueológicas, os filhos, os livros. Fiquei a adorar esta mulher.

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Outro dia tentei ler um dos livros de Agatha Christie e não consegui. Aquela escrita já não é para mim. Achei melhor não insistir. Todas as coisas têm o seu tempo, mais vale não estragar as boas memórias. Mas os filmes e as séries, se forem bem feitos assim como este Convite para a morte, são sempre um prazer. 

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por Gata às 10:11

Segunda-feira, 16.11.15

Acho que é isto

John Oliver no Tonight Show.

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por Gata às 22:52

Domingo, 08.11.15

Keeping up

Tenho andado um bocadinho longe daqui, é verdade, este ano não tem sido fácil organizarmo-nos com o muito trabalho e os horários das crianças e as habituais correrias. Mas vamos tentar pôr a conversa em dia. Porque para mim hoje é sexta-feira, vou imitar a Joanna, que tem um blogue lindo e que todas as sextas-feiras deixa sugestões aos seus leitores. Eu só tenho meia dúzia de leitores e as minhas sugestões não são tão fashion como as dela, mas vêm do coração. Ora vejam:

Mais um blogue que entrou directamente para a minha lista de favoritos: Nheco.

Sei como é sentirmo-nos assim.

Outro texto daqueles bons da Ana de Amesterdam.

A Clara Ferreira Alves escreveu uma crónica que me pôs a pensar. Apesar do que possam dizer, não é fácil ser de esquerda nos dias que correm. Tenho tantas dúvidas sobre isto tudo.

Fui a Cascais e gostei muito desta exposição: fotografias a que ninguém pode ficar indiferente.

Quero muito ler o livro A Máquina de Triturar Políticos que o Filipe Santos Costa e a Liliana Valente escreveram sobre o jornal O Independente. Já estava na minha lista, mas depois do elogio do MEC tornou-se obrigatório. 

A Sónia Morais Santos está na televisão e está muito bem, a fazer um programa sobre pais e filhos que passa aos sábados na TVI 24. Este fim-de-semana estive a trabalhar e não consegui ver (já sei, a box dá para andar para trás, irei fazer isso assim que possível, também ainda tenho o Dowton Abbey para ver, não me digam nada). Mas só o trailer vale a pena:

Vem aí um novo espectáculo da Companhia Maior. Chama-se Força e vai estar no CCB no próximo fim-de-semana. Não é dos melhores deles, mas mexe sempre em qualquer coisa dentro de mim (nem consigo fazer links para todas as muitas vezes em que já falei da companhia). Vê-los a envelhecer no palco, de ano para ano, e ao mesmo tempo a superarem-se é uma das experiências mais comoventes que já tive enquanto espectadora de teatro.

E a terminar. Esta foi uma descoberta recente. John Grant. Enjoy.

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por Gata às 22:57

Sábado, 21.03.15

O que te fizer feliz (2)

"A confiança faz com que possamos usar qualquer coisa, até chinelos com meias" - esta foi uma das lições que a divertida Lena Dunham aprendeu com o seu pai e que agora, com o seu livro, tenta passar às miúdas que, como ela, podem não ser as mais giras da escola e até ter uns quilos a mais e não usar a roupa da moda. Nada disso interessa. Acreditem em vocês e sejam quem realmente são.

Esta é também uma lição que tento passar aos meus filhos. Todos os miúdos, sobretudo naquelas épocas complicadas a partir da adolescência, quando a aprovação dos outros parece ser a única coisa que verdadeiramente importa, precisam que alguém lhes lembre isto.

Acredita em ti e faz o que te fizer feliz.

(desde que isso não seja nada ilegal nem vá prejudicar outras pessoas nem te possa magoar de alguma maneira... pronto... eu sei, não é assim tão linear, mas o princípio é este)

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por Gata às 14:28



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