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Não me lembro bem quando é que comecei a gostar de ténis. Talvez tenha sido com o Agassi e o Sampras, a Steffi Graff e a Navratilova. E depois com a Jennifer Capriati, a Monica Selles, a Martina Hingis, a Kim Clijsters, a Justin Henin, a Serena e a Venus Williams, a Sharapova, a Kuznetzova, a Amelie Mauresmo, o Lleyton Hewitt, o Marat Safin, o Carlos Moya, o Guga, o Nalbandian, o Grosjean, o Andy Roddick, o Juan Carlos Ferrer. O Nadal e o Federer, pois claro. Outros. Mesmo que nos últimos tempos já não tenha tanto tempo nem consiga ficar acordada até tarde a ver jogos, mesmo que já não acompanhe como antes e não saiba os nomes, que prazer quando os astros se alinham e me permitem passar horas e horas a ver os jogos de Paris, da Austrália, de Wimbledon ou dos Estados Unidos.

No domingo passado, em Roland Garros, na final de pares femininos, a Coco Gauff e a Siniakova ganharam frente às italianas Errini e Paolini. Foi um belo jogo. E depois, na extraordinária final masculina, o Carlos Alcaraz teve que jogar durante 4 horas e 19 minutos para bater o Alexander Zverev. Nem toda a gente entende esta minha paixão pelo ténis. Por isso, é ainda mais especial encontrar alguém com quem posso partilhar tantas horas, com verdadeiro entusiasmo e sem sinal de enfado (não é tudo, mas diria que temos aqui um princípio de entendimento).

Sim, vem aí o Euro de futebol e vai ser fixe, pois vai, mas, a não ser que Portugal traga a taça, não estou a ver como algo poderá bater este dia incrível.

 

 

* A frase é atribuída a Napoleão, mas foi apropriada por Roland Garros, aviador francês e herói de guerra (1888-1918). Está agora no court Philippe Chatrier, para inspirar jogadores e não só.

publicado às 19:27



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